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Vírus
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Vírus que afetam os aparelhos móveis

 

Esta seção foi criada com o objetivo de acompanhar a evolução deste tipo de praga e as soluções para o combate a elas. Estaremos atualizando esta seção com os novos tipos de vírus e aplicativos para proteção dos aparelhos celulares.

 

Especialistas apostam que exista um número aproximado de 330 tipos de vírus exclusivos para dispositivos móveis, entre novas pragas e variações das já conhecidos. Destas pragas 172 já são bem conhecidas e com atuação bastante disseminada. O gráfico abaixo obtido do relatório anual da F-Secure mostra a evolução destas pragas por ano e por sistema operacional do aparelho:

 

 

De acordo com o gráfico acima é possível acompanhar a velocidade de multiplicação das pragas. Seu crescimento que foi de aproximadamente 19,1% de 2004 para 2005 aumentou para 43,9% de 2005 para 2006 e com o aumento da penetração deste aparelhos no mundo a tendência é que eles se tornem cada vez mais perigosos e frequentes.

 

Em Março de 2006 foi anunciado o primeiro Spyware para telefones móveis, o FlexSpy. O aplicativo monitora e grava todas as informações referentes ao tráfego das ligações, mensagens (SMS e MMS) e atividade na rede (GPRS) do usuário. Este histórico das informações é enviado a um portal na web que pode ser acessado pelo usuário de qualquer computador. O aplicativo só funciona para a plataforma Symbian e seu preço de lançamento é U$ 49.95.

 

O que determina o alvo dos vírus é a quantidade de pessoas que usam o programa a qual ele se destina, para que ele se alastre de forma mais eficiente e abrangente. Atualmente os vírus mais agressivos são direcionados ao sistema operacional Symbian, o mais utilizado no mundo. No Brasil os registros de atuação de vírus nos celulares são muito raros, no entanto estima-se que já existam mais de 330 tipos de praga espalhadas pelo mundo.

 

O primeiro vírus para Smartphones foi o Cabir e as pragas mais graves são conhecidas como Skulls, CommWarrior, CardBlock e Cavalos-de-Tróia. Empresas como a F-Secure, TrendMicro e McAfee já disponibilizam em seus sites programas antivírus exclusivos para estes aparelhos.

 

Conceito básico de Vírus

 

Vírus são programas formulados especialmente para gerar, de alguma forma, danos aos aparelhos a que se destinam. Eles são, inclusive, capazes de se auto-copiar para outros programas ou modificar suas estruturas a fim de não serem detectados pelos antivírus. Eles podem ser classificados em:

  • Vírus: São as pragas que se anexam a programas para se propagarem de dispositivo para dispositivos à medida que viajam, danificando os arquivos associados a ele.

  • Worms: Assim como os vírus eles também se anexam a programas para passar de um dispositivo para outro, no entanto, possuem enorme capacidade de autonomia para se lococomover pelo dispositivo e capacidade de se duplicar em grande volume, espalhando a infecção.

  • Trojan: São as pragas que se disfarçam de programas teoricamente úteis para poder se infiltrar nos dispositivos, são aqueles que possuem maior capacidade para danificar o sistema que contaminam.

Como são transmitidos?

 

Como regra geral, os vírus para celulares e PDAs são transmitidos e propagados principalmente pela tecnologia Bluetooth, utilizada para troca de informações entre os dispositivos. No entanto, outras modalidades de pragas vêm surgindo, sendo contraídas através de downloads ilegais feitos a partir da internet para o próprio celular e por meio de MMS (Mensagens Multimídias).

 

Quais os efeitos?

 

Geralmente os vírus são desenvolvidos para desabilitar ou prejudicar o funcionamento de alguma função específica do aparelho. No entanto, alguns deles são capazes de desconfigurar o aparelho, desde sua preferências até as informações guardadas no chip (no caso de aparelhos GSM). Em sua maioria eles precisam ser executados, por isso se disfarçam de outros aplicativos, o que dificulta a sua identificação.

 

Precauções importantes

 

Manter um antivírus sempre atualizado no aparelho. Não baixar por meio do celular, nenhum tipo de arquivo proveniente de fontes desconhecidas da internet. Não abrir mensagens SMS e, principalmente, MMS de remetentes desconhecidos.

 

Atualizado em: 08/11/07